Semana começa com grande parte do país sob alerta para tempestades

A próxima semana começa com grande parte do país sob alerta para temporais e chuva forte, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Ao todo, fora...

Semana começa com grande parte do país sob alerta para tempestades
Semana começa com grande parte do país sob alerta para tempestades (Foto: Reprodução)

A próxima semana começa com grande parte do país sob alerta para temporais e chuva forte, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Ao todo, foram emitidos dois alertas amarelos e um laranja espalhados pelo Brasil para esta segunda-feira (23). No Sul, a atenção se concentra na atuação de uma frente fria. Há dois avisos de tempestade com perigo potencial válidos até a manhã de segunda, com previsão de chuva entre 20 e 30 mm por hora, volumes de até 50 mm por dia, ventos de 40 a 60 km/h e possibilidade de granizo. + Vai chover na sua cidade? Clique aqui para conferir As áreas atingidas abrangem o Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, sul de Mato Grosso do Sul e faixas do interior de São Paulo. Entre as regiões citadas estão Sudoeste, Noroeste e Nordeste Rio-grandense, Vale do Itajaí, Grande Florianópolis, Metropolitana de Curitiba, Oeste Catarinense, Oeste Paranaense, além de Bauru, Presidente Prudente, Marília, Itapetininga e Litoral Sul Paulista. Esse quadro no Sul ganha reforço de uma área de baixa pressão que deve dar origem a um ciclone no Atlântico Sul. A avaliação da metereologista Estael Sias, da MetSul, é de que a frente fria se intensifica entre a madrugada e a manhã de segunda, elevando o risco de chuva localmente forte a intensa e de temporais, especialmente no Oeste e no Sul do Rio Grande do Sul. Santa Catarina e Paraná também podem ter temporais, mas de forma mais localizada. Já no Norte, Nordeste e parte do Centro-Oeste e do Sudeste, a chuva é favorecida pela Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), com um amplo alerta amarelo de chuvas intensas válido até o final da noite de segunda-feira. O alerta inclui áreas de Goiás, Minas Gerais, Bahia, Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Paraíba, Amazonas, Acre, Rondônia, Amapá, Roraima, Espírito Santo, Distrito Federal, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Nesses locais, a previsão é de chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos de 40 a 60 km/h. Dentro dessa faixa mais ampla, há um núcleo de maior preocupação sob alerta laranja de perigo para chuvas intensas. Nestas áreas, o Inmet prevê chuva de 30 a 60 mm por hora ou 50 a 100 mm por dia, além de ventos de 60 a 100 km/h, com risco maior de corte de energia, queda de galhos, alagamentos e descargas elétricas. O aviso mais severo atinge faixas do sul e oeste da Bahia, sudeste e oeste do Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, norte de Minas, norte de Goiás, Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso e norte do Espírito Santo. Initial plugin text Algumas áreas aparecem, inclusive, com mais de um alerta ao mesmo tempo. No Sul, Pantanais Sul Mato-grossense, Leste de Mato Grosso do Sul e Centro Norte de Mato Grosso do Sul ficam entre os pontos mais sensíveis, porque acumulam três avisos amarelos simultâneos: dois de tempestade e um de chuvas intensas. Já no Norte e Nordeste, 37 regiões aparecem ao mesmo tempo no alerta amarelo e no alerta laranja de chuvas intensas, formando uma faixa de risco reforçado. É o caso, por exemplo, de Centro Sul Baiano, Vale São-Franciscano da Bahia, Sudeste Paraense, Ocidental e Oriental do Tocantins, Oeste e Leste Maranhense, Centro-Norte e Sudeste Piauiense, Vale do Mucuri, Norte de Minas, Norte Goiano, Nordeste Paraense, Baixo Amazonas e Vale do Juruá. Esses pontos merecem monitoramento mais rigoroso ao longo da segunda-feira. A recomendação geral do Inmet é evitar abrigo debaixo de árvores durante rajadas de vento, não estacionar perto de torres de transmissão e placas, evitar o uso de aparelhos eletrônicos ligados à tomada e, nas áreas sob alerta laranja, desligar aparelhos elétricos e até o quadro geral de energia, se possível. Em caso de emergência, a orientação é acionar a Defesa Civil, pelo 199, ou o Corpo de Bombeiros, pelo 193. Como fica o clima no outono? Como fica o clima no outono